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Autoconfiança e Arrogância: a ponte entre o bem e o mal

Você sabia que o excesso de autoconfiança pode torna-se arrogância aos olhos de quem vê? Pessoas que se mostram muito autoconfiantes geralmente ocultam um sentimento de inferioridade e insegurança, colocando-se na posição de autoridade como estratégia emocional.

Assim como há um limite entre o bem e o mal, a lucidez e a loucura, a perfeição e a imperfeição, há também um limite entre a autoconfiança e o arrogância; porém, quem atravessa essa barreira tem dificuldades em perceber e também assumir a atitude.

A autoconfiança começa a se formar na infância. Se, durante esse período, a criança tiver uma educação autoritária ou super protetora por parte dos pais, tais como: desde a escolha da roupa a vestir até qual profissão seguir; não permitindo que expresse suas próprias opiniões e desejos. Eles geralmente acabam tornando-se adultos inseguros e são cobrados por não ter atitudes e opinião própria.

Já pessoas que confiam em si mesmas são determinadas e mantêm-se firmes em suas decisões; apresentando-se de maneira segura. Além disso, são capazes de expressar opiniões e enfrentam desafios mesmo sob pressão. Já a postura arrogante, por outro lado, tem uma visão enrijecida e fechada a opiniões, às vezes por acreditar demasiadamente em um ideal ou em sua capacidade.

Dentro de uma empresa, por exemplo, um líder deve ter cuidado para não deixar que sua confiança torne-se exagerada, superestimando a si mesmo e a sua capacidade. Além disso, ser humilde não significa ser fraco ou indeciso, mas sim a busca pelo crescimento em conjunto, já que o individualismo excessivo é prejudicial em qualquer trabalho em grupo.

Dentre as características do arrogante está: o presunçoso, aquele que demonstra excesso de confiança no que diz, no que faz e no que decide. O medíocre é aquele que faz os demais sentir-se conformado com uma existência monótona. O agressivo verbal costuma ofender e intimar, fazendo o ouvinte sentir-se pequeno, incapaz e inseguro. E o neurótico impõe sempre a si próprias metas e objetivos que nunca poderá alcançar.

Mas como elevar a autoconfiança sem ser arrogante? É preciso encontrar o equilíbrio, ou seja, buscar ser uma pessoa assertiva. Afinal, forçar uma simpatia não existente ou querer mostrar-se melhor que todo mundo também revela uma falta de sensibilidade para com os demais.

Antonia Braz tem mais de 25 anos de experiência em Educação é Palestrante, Pedagoga, Psicopedagoga, e Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas e Presidente da Central de Voluntários de Presidente Prudente-SP.

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